Fé é aquela corda da infância pendurada no galho fino da árvore.
Nem tem problema se a corda se romper durante o salto,
se a gente se arranhar ou quebrar o braço na queda,
ninguém nos roubará o fôlego retido do pulo,
o vento no rosto do salto,
o instante único em que a gravidade é vencida
e a gente se sente voar.
Fé é aquela corda... talvez a gente é que esqueceu
do que é ser criança e por isso
não somos mais capazes de nos pendurar nela.

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