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Mostrando postagens de Outubro, 2007

Nas asas da adoração

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Não há fruto na videira
A esperança se secou
O arado está quebrado
A terra não gerou
Toda a vida que estava
Guardada no coração
De repente está perdida
Olhando para o alto
Em busca de direção...

Todavia exaltarei
O Deus da restauração
Que nos ergue do pó
Que nos levanta e nos leva
Nas asas da adoração!

Eu me recuso a lamentar
Pois já vi o teu poder agir
Quero enxugar minhas lágrimas
Na orla da tua veste
Onde há cura para mim
Sem demora estenderei
as mãos ao céu e clamarei
Creio em tua Palavra,
não darei a ti descanso,
nem descansarei!

Porque eu exaltarei
O Deus da restauração
Que faz fontes no deserto
Leva-nos à rocha mais alta
Nas asas da adoração!

Lá no alto adorarei
Lá no alto viverei
Verei como Deus vê
Terei seu coração
E no mundo que chora
Serei sua mão a consolar
Elevando os abatidos
Libertando os oprimidos
Nas asas da adoração!

A parábola da grande família

Era uma vez uma grande família, formada por pessoas de muitos jeitos diferentes e vindas de muitos lugares. Em comum, eles tinham uma forma de ver o mundo a partir dos olhos de sua fé. Eles faziam várias coisas diferentes e tinham muitos talentos. Era uma inspiração ver como tinham capacidades e delas faziam uso com alegria e regularidade.
Um dos momentos mais importantes da vida em comum desta família era quando se reuniam para comer. Entretanto, esse que era para ser um momento muito prazeroso, começou a se tornar complicado. É que havia muitas divergências quanto à forma, ao horário, à maneira de comer e muitas outras regras que começaram a surgir e até mesmo interferir no gosto da refeição. Eu vou explicar como tudo acontecia.
Havia os que pensavam que a refeição era só deles: Quando chegavam os parentes de outros lugares para participar da hora da refeição, eles escondiam os alimentos, deixavam para se alimentar em outra hora ou até diziam abertamente que os parentes de outros luga…